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Nova Versão:
ECLIPSE


Com design novo, o modelo traz linhas arredondadas e mais fluidas. Os grandes faróis compõem um conjunto harmônico com o pára-choque, que incorpora as luzes sinalizadoras e auxiliares.

Traz espelhos externos com desembaçador, faróis auxiliares, ajuste da altura dos faróis e desembaçador no vidro traseiro. Seu motor é 3.8 V6 (seis cilindros em “V��?) de 267 cv (cavalos) de potência. A versão trazida ao Brasil será comercializada com câmbio manual de seis marchas ou automático de cinco velocidades com controle seqüencial Sportronic.
O GT vem bastante seguro, com quatro airbags (dois frontais e dois laterais), freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem), Immobilizer (dispositivo que bloqueia a ignição e garante que somente as chaves que tenham sido codificadas para o veículo possam acionar a partida do motor).
Mesmo sendo um esportivo, foi elaborada uma forma de acomodar volumes no porta-malas – ele traz uma rede para evitar que pequenos volumes fiquem balançando no seu interior.


PAJERO DAKAR


Na estrada, foi hora de ver se o novo Mitsubishi cumpre o papel de carro de passeio, situação mais comum no dia a dia. Nesse ambiente, a Dakar agrada, mas não empolga. Na frente, o isolamento acústico é bom, atrás já se ouvem mais ruídos. Como SUV autêntico, o veículo inclina mais do que o normal nas curvas, mas não compromete. As respostas do motor são suaves e não há o “quick-down” no final do curso do acelerador para imprimir mais agilidade ao carro.
Para os passageiros, a Pajero oferece bom espaço longitudinal nos bancos traseiros, que podem ser ajustados longitudinalmente. A posição das pernas também é melhor que na antecessora graças à maior altura dos bancos.
Depois de ser mal-interpretada ao falar de consumo na Pajero Sport Flex, desta vez a Mitsubishi divulgou os números oficiais de rendimento. Na estrada, a 120 km/h, o modelo faz 11,2 km/l e na cidade, 8,3 km/l. No entanto, velocidade máxima e aceleração não foram divulgados.



PAJERO SPORT

O Novo Pajero Sport Diesel chega com maior potência - 
150 cavalos - e menor nível de ruído através de seu motor 2.5 litros de 8 válvulas com turbo compressor VGT e intercooler. Seu desempenho em qualquer tipo de terreno ocorre graças ao seu moderno sistema de suspensão e ao conjunto de tração em três modos de dirigibilidade: 4x2, para uso em ambientes urbanos e rodovias, com economia de combustível e baixo nível de ruído; 4x4, para terrenos de baixa aderência, e 4x4 com reduzida e maior torque, para terrenos mais acidentados.

O sistema de engate de tração Easy Select permite passar o SUV de 4x2 para 4x4, e vice-versa, com o veículo em velocidade de até 100 km/h. Somente para a opção 4x4 reduzida o Pajero Sport Diesel precisa ser parado, assim como qualquer veículo que tem alavanca para 4x4 com reduzida.


ASX

A marca nipónica empenhou-se a fundo neste projecto e, para melhor se equipar perante a concorrência, desenvolveu um bloco Diesel em alumínio totalmente novo. Este DI-D tem, no ASX, uma capacidade de 1,8 litros, mas terá 2,2 litros noutras gamas da marca. Demarca-se por dispor de tecnologia MIVEC (distribuição variável das válvulas de admissão), o que lhe permite ter uma alargada disponibilidade de força - o binário é constante entre as 2000 e as 3000 rpm -, e uma taxa de compressão bastante reduzida (14,9:1), ganhando com isso na suavidade. Este bom desempenho é confirmado pela capacidade de recuperação, mesmo quando rodamos em sexta velocidade, dispensando o constante apelo à caixa de velocidades para efetuar ultrapassagens. Por outro lado, surpreendentes são os consumos, onde em viagem (140 km/h em AE) obtivemos uma média de 5,4 l/100 km, que aumentou para 6,5 quando nos fizemos às curvas das estradas nacionais e municipais.
A alternativa a gasolina a este 1.8 DI-D de 150 cv é o 1.6 MIVEC de 117 cv, que custará cerca de 21 mil euros, embora apenas vá chegar ao mercado nacional no próximo Outono.